É mais fácil e mais barato cuidar da saúde do que da doença

Thales Ma: "É mais fácil e mais barato cuidar da saúde do que da doença". A acupuntura cria uma harmonia entre o corpo e a mente e previne o adoecimento, explica.

Na infância, Thales Ma convivia com as agulhas de acupuntura em casa e escutava histórias sobre a medicina chinesa  contadas por seu pai, Ma To Chi – fundador e coordenador do Centro Cultural Brasil-China e um dos primeiros a introduzir práticas da medicina chinesa em Salvador. Ao entrar na vida adulta, escolheu estudar teologia, por conta das suas experiências com o sincretismo religioso até ali. Encantava-se com a diversidade religiosa e queria mergulhar em estudos sobre esse fenômeno. No início dos anos 2000, o seu pai, acupunturista, decidiu expandir o centro, e o filho quis participar. Criou, então, o Man Zu  Dao – cujo significado, segundo Thales, é “caminho para a satisfação plena” – que atualmente funciona numa casa vermelha, aconchegante e tranquila, numa ruazinha sem saída no Rio Vermelho. Aos 45 anos, ele trabalha diariamente atendendo pacientes, mapeando os sentimentos dos cinco grandes órgãos (o coração, o pulmão, o fígado, o rim e o baço) e aplicando as agulhas de acupuntura. Segundo ele, o objetivo da prática milenar é produzir um maior equilíbrio e harmonia do corpo e da mente, evitando o adoecimento. “Da mesma forma que o corpo produz a doença, quando está num ambiente hostil, se a gente consegue trazê-lo para um ambiente tranquilo, mais calmo, ele também produz a cura”, diz. Na entrevista, o acupunturista fala do seu trabalho, da relação entre problemas físicos e emocionais, da aprendizagem com o pai e da sua visão da acupuntura no contexto contemporâneo.

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Estudo de Harvard defende que acupuntura pode ajudar pacientes com Covid-19

Cientistas da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, descobriram que uma versão moderna de acupuntura pode ajudar a diminuir a inflamação decorrente da infecção provocada pelo novo coronavírus.

O sintoma é uma consequência da “tempestade de citocinas”, que acontece quando o organismo tem uma resposta exagerada a uma infecção, e é relacionado à morte de grande parte dos pacientes com Covid-19.

O estudo, feito em ratos, usou eletroacupuntura para diminuir três tipos de citocinas ligadas à inflamação em animais com infecções bacterianas – a Covid-19 é uma infecção viral, mas a resposta imunológica é semelhante. Foi colocado um pequeno eletrodo na ponta de cada agulha para ativar o nervo vago e aumentar a emissão de dopamina, um neurotransmissor anti-inflamatório. Os ratos tratados tiveram três vezes mais chances de se recuperar da doença.

Segundo os pesquisadores, a acupuntura pode ser uma maneira complementar para tratar a inflamação, mas alertam que é preciso fazer testes em humanos para garantir que o procedimento é seguro e funcionaria contra a Covid-19.

“Nossos achados representam um passo importante nos esforços não só para entender a neuroanatomia da acupuntura, mas para identificar maneiras de incorporá-la ao arsenal de tratamento de doenças inflamatórias”, afirmou o professor Qiufu Ma, responsável pela pesquisa, à revista científica Neuron.

Diretrizes sobre intervenção na acupuntura e moxabustão para COVID-19 (segunda edição)

O COVID-19 é uma doença infecciosa respiratória aguda, altamente infecciosa e geralmente suscetível e representa uma séria ameaça às pessoas Vida e saúde. Foi incluído nas doenças infecciosas da classe B prescrito na Lei da República Popular da China sobre Prevenção e Tratamento de Doenças Infecciosas , e é gerenciado de acordo com a classe A doenças infecciosas.

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